Estou em falta aqui no blog. Estou meio que com uma crise de tendinite. Quando começo a escrever, o meu braço dói pra caramba. Estou evitando, já que no trabalho tenho que usar o pc. Mas vamos lá falar de Shrek. Hoje eu fui assistir ao capítulo final com mainha e o pessoal da escola. Pelo menos desta vez chegamos na hora e não tiramos ninguém do lugar rs. O filme começa com Shrek cansado pela rotina em que a sua vida se transformou (Neste ponto, estou com ele, ODEIO rotina. Se pudesse, todo dia trabalharia em um lugar diferente...): situações iguais, visitas iguais, falas iguais, piadas iguais. Para ele, o que houve foi a perda da sua identidade de ogro. Ele não mete mais medo em ninguém. O que ele queria mesmo era voltar ao tempo em que ele colocava os outros pra correr só em chegar no local. Em uma briga com Fiona, ele diz que queria que as coisas fossem como antes dele salvá-la. Ela, lógico, fica triste pra caramba e diz a ele que ele tem coisas que muita gente passa a vida toda procurando e não tem. Para piorar a situação, Rumpelstilskin ouve a conversa e arma pra Shrek. Ele dá um dia de ogro a Shrek em troca de qualquer dia de sua vida. Ele escolhe o dia em que Shrek nasceu. Nem o Burro, nem o Gato e nem Fiona se lembram dele. Qual pessoa não quer, pelo menos um dia na vida, se afastar de seus problemas e de sua rotina? Mas a qual preço? Será que estamos preparados para pagarmos o preço? Eu ADOREI o filme. Muito melhor que o Shrek Terceiro, que eu considero o mais fraco da franquia. O filme me trouxe muitas reflexões. Um filme para crianças e adultos... Que vale a pena ser assistido. Pena que eu nunca consigo ver nada em 3D...
domingo, 11 de julho de 2010
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