Hoje eu estava passando pelo Teatro do Parque e resolvi entrar para assistir O Príncipe da Pérsia - As Areias do Tempo. E num é que foi melhor do que eu esperava? É lógico, pelo menos pra mim, que a Pérsia está ali só por enfeite. Aliás, o enredo bem que poderia ser de Indiana Jones ou de 007, que também cairia muito bem. E a história de forjar provas para invadir um país bem que nos lembra a invasão dos Estados Unidos ao Iraque ou ao Afeganistão. O filme me fez pensar Como o mundo seria se o homem tivesse o poder de voltar no tempo? De reescrever a sua história? Mudaria pra melhor ou pior? Estaríamos onde estamos? Ou estaríamos muito pior em termos de humanidade? No filme o personagem do Ben Kingsley (muito bem no filme) mata o irmão por inveja, por sede ao poder e coloca a culpa em seu sobrinho adotivo, Dastan, feito pelo Jake Gyllenhaal, que está muito bem, FISICAMENTE falando, neste filme. Dastan é um menino de rua que é adotado pelo rei, que o cria como um de seus filhos. Antes de morrer, o rei diz aos seus filhos que a união dos irmãos é a responsável pelo sucesso de seu reino (não é exatamente isso, mas algo do gênero). Ah... pra completar, tem uma mulher que é a guardiã das areias do tempo e se envolve com DAstan, como também não poderia deixar de ser. Até eu me envolveria com ele... Rs. A fotografia do filme é excelente. Que lugar maravilhoso! O figurino é belíssimo, os cenários grandiosos (que me lembraram muito as superproduções hollywoodianas dos seus tempos áureos) e muito bonitos também. Os efeitos especiais também são muito bons, especialmente no final quando o templo está se desmanchando em areia. Lógico que tem uma mentirinha ou outra... Umas voadas de Dastan, mas nada que já não tenhamos nos acostumado depois de Matrix. Agora, o que tá faltando? Você ir assistir. Está em cartaz no Teatro do Parque até sexta.
terça-feira, 27 de julho de 2010
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