domingo, 25 de julho de 2010

Tudo pode dar certo.

Quase que não ia assistir a Tudo pode dar certo porque o trombadinha assistiu e disse que era bom, mas não muito. Bem, bom mas não muito, pra mim, é sinônimo de ruim. Mas sexta-feira fui assistir com Adriano. E ainda bem que não fui atrás da conversa do trombadinha e resolvi ir assistir o filme. Eu adorei. O Boris, protagonista do filme, parece um parente americano de Seu Lunga, mas tudo bem... O cara é metido a gênio. Acha que só ele entende a podridão da raça humana, nossa incapacidade de se solidarizar (é assim que se escreve isso?) com os sofrimentos alheios. O cara tem um humor ácido e sarcástico, como eu às vezes rs, então eu o entendo perfeitamente... Às vezes somos mal-compreendidos (com a Reforma Ortográfica, isso tem hífen ou não?). Bem, na maioria das vezes... Voltemos ao filme... Boris está lá com a sua vidinha mixuruca, tratando mal os seus alunos de xadrez (alguém ainda se atreve a fazer aulas de xadrez com o cara...) quando aparece Melody (interpretada muito bem pela Evan Rachel Wood) em sua vida pra ficar, diga-se de passagem. Ele não vê nenhum atrativo naquela minhoca sem cérebro algum, afinal ele foi um quase ganhador do prêmio Nobel de alguma coisa (Física, se não me engano) e a mulher é meio cabeça-oca. Mas, a surpresa é quando ela conta a ele que está apaixonada por ele (A vida é tão engraçada, como diria Kíkero...). Os dois acabam se casando e vivem bem até que a mãe de Melody chega à casa deles e depois o pai. Com estes dois personagens é que as reviravoltas do filme se completam. Bem... o que tenho pra dizer é que é um filme muito bom, divertido, engraçado, inteligente e que quero assistir a outros filmes do Woody Allen, porque nunca tinha assistido nenhum... Talvez o que Allen quer nos dizer com este filme é que Tudo pode dar certo, desde que você se reinvente (não sei mais se tem ou não hífen) a cada dia e aproveite as oportunidades que a vida lhe oferece...

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