Segunda-feira terminei de assistir à 2ª temporada de Dawson's Creek. Assistir a série, pra mim, é sempre voltar um pouquinho no tempo e passear pela minha adolescência. Essa é a temporada que Jack e sua irmã Andie entram na trama e é quase impossível não perceber como eles afetam as personagens principais e a série só ganha com isso. Bem, Joey tem um rápido affair com Jack e percebe que, embora ame Dawson, ela precisa descobrir quem é sem ele e que o mundo tem mais a lhe oferecer. O que mais muda é Pacey, a partir de sua relação com Andie, que o transforma num homem e na melhor personagem da série. O amadurecimento de Pacey é das melhores coisas que acontecem nesta temporada e na série como um todo. Já no fim, quando Andie piora da doença, emociona quando os dois precisam se separar. Essa é a temporada em que vemos os conflitos de Jack em relação à sua sexualidade e o assumir-se gay depois, coisa que o pai não aprova, mas que faz um bem danado ao filho. Temos o nascimento da amizade entre Jen e Jack, a melhor amizade da série pra mim. Até mais que a de Joey e Dawson. E por falar nele... Vemos que ele não muda quase nada de uma temporada para outra rs. No fim da temporada, temos a saída do pai de Joey da prisão e sua volta para a casa e, posteriormente, a descoberta de Dawson de que ele está traficando novamente, o que vai mais uma vez afastar o casal Joey e Dawson. No fim dessa temporada a mãe de Dawson vai embora para a Filadélfia e o deixa morando com Mitch, que pede para ela ficar (porque geralmente só se dá valor quando se perde rs), mas ela vai embora mesmo assim. A cena da volta de Jen para a casa da avó e a chegada de Jack é muito bonita e emocionante também. Pra quem gosta da série vale a pena (re)ver essa temporada!
Dawson's Creek pra mim sempre será a melhor série sobre adolescentes, pois foi a que eu assisti durante a minha adolescência e muitos dos conflitos vividos pelas personagens eram também os meus conflitos. Comecei a assistir aos 16 anos, quando passava nos sábados à tarde na Globo e foi meio que um ícone da Cecília adolescente. Me identificava muito com a Joey. A coisa de ser apaixonada pelo melhor amigo e não ter coragem pra contar era o que eu também vivia naquele momento. Mas o humor desde aqueles tempos já era o do Pacey hahaha.
Na primeira temporada, somos apresentados ao quarteto Joey (Katie Holmes), garota introspectiva que perdeu a mãe para o câncer, tem um pai presidiário e mora com a irmã grávida e seu namorado negro, o que não é bem visto por alguns de Capeside (cidade em que se passa a história); Dawson (James Van Der Beek), um aficionado por cinema e fã dos filmes de Steven Spielberg; Jen (Michelle Williams), a garota de Nova York com um passado obscuro, do qual foi afastada e o qual quer superar, que vai ser a pedra no sapato de Joey, já que Dawson se interessará por ela; e Pacey (Joshua Jackson), o cara que não é visto com muita seriedade pelos demais, principalmente depois de participar do concurso de Miss Regata. É o filho do xerife da cidade e a família o vê como um fracasso (mas quem não é um fracasso aos 15 anos quando não se sabe lidar bem consigo mesmo?). Joey e Dawson são melhores amigos. Joey guarda uma paixão platônica pelo amigo e ele só a vê como uma amiga "um dos caras" pela qual ele nunca sentirá nada mais que amizade (sei bem como é isso rs), até o dia do concurso da Miss Regata. Pacey, depois de fazer dupla com Joey numa aula de biologia, passa a ver como menina/mulher, o que incomodará Dawson. E Jen, mesmo que sem querer, vai ser a responsável por Dawson começar a enxergar Joey com outros olhos.
Na primeira cena da série já vemos Joey e Dawson discutindo sobre a amizade de infância deles talvez não ser mais a mesma coisa com a chegada à adolescência e todos os hormônios entrando em ebulição. Digo por experiência própria que as coisas mudam. Para melhor ou para pior, mas sempre mudam... Principalmente quando entram em cena os sentimentos amorosos rs.
Temos a primeira vez de Pacey, que se dá com Tamara, sua professora de inglês; conhecemos o passado de Jen, que teima em não deixá-la (eu simplesmente adorava a complexidade da Jen, que embora da mesma idade dos outros era bem mais madura por tudo o que já havia passado e assim, como ela, em 2000, quando a série começou a passar na Globo, eu também estava tentando mudar algumas coisas em mim e tentando deixar o passado para trás); descobrimos o caso extraconjugal de Gail com seu colega de trabalho e sua tentativa de retomar o seu casamento com Mitch, depois de confessar o erro. E o que falar da Senhora Ryan? A avó de Jen é maravilhosa e a relação entre as duas me lembra a minha com a minha avó, pois embora sejamos diferentes, buscamos entender e respeitar as diferenças de gerações (embora na primeira temporada as discussões entre as duas ainda sejam frequentes, principalmente pela questão religiosa).
Uma curiosidade sobre essa temporada é que todos os episódios começam no quarto do Dawson. Meus episódios favoritos são o da detenção, quando conhecemos melhor as personagens e vemos um beijo de Joey e Dawson pela primeira vez, no verdade ou consequência; e o do concurso da Miss Regata, em que Dawson desperta para a vida e começa a enxergar Joey com outros olhos.
Não sei se os adolescentes de hoje em dia achariam a série tão interessante, já que o mundo mudou, mas rever em DVD o começo das aventuras de Dawson e companhia me emocionou e me fez (re)lembrar de um tempo muito bom da minha vida...
Esse é mais um exemplo de série que no começo tava bem chatinha e com o decorrer da temporada foi crescendo e muito. Pena que já avisaram que não teremos uma 2ª temporada, até porque segundo consta no projeto original do spin-off de Once upon a time é de que em cada temporada teríamos um enfoque em uma história. Se teremos esta outra história, ainda não sabemos. Mas enfim... Tivemos uma ida de Alice e Cyro a Storybrooke, tivemos a participação de Cora, vimos que a Rainha vermelha não era tão má assim e o seu amor por Will foi mais forte. Will que por sinal, dizem as boas línguas, entrará no elenco fixo da série original a partir da 4ª temporada. Bem que os outros poderiam entrar também né? Tivemos a revelação de que Amara, a amante de Jafar no início da série, também era a mãe dos três gênios da lâmpada. E ela dá a sua vida para salvar a de seus filhos, devolvendo a água roubada da fonte. Nos capítulos finais entrou em cena a personagem do Jaguadarte, que podia ler os seus medos mais profundos em seus pensamentos, menos os de Will, pois ele não possuía um coração. E por fim, Alice consegue se entender com o seu pai e sua madrasta e finalmente se casa com Cyro. Pena que acabou!!!
A série Drácula é uma releitura do livro de Bram Stoker. Bem, eu nunca li o livro, o que é quase um pecado para alguém que gosta tanto de vampiros como eu, mas pretendo fazê-lo em breve, tão logo a faculdade me permita rs.
A série se passa na Inglaterra vitoriana. Estamos em Londres e Drácula/Alexander Grayson (Jonathan Rhys Meyers) quer se vingar da organização que destruiu a sua vida séculos atrás, matando a sua esposa, Ilona (Jessica De Gouw) e o transformando em vampiro. Para isso, ele conta com a ajuda de Abraham Van Helsing (Thomas Kretschmann), um professor universitário que teve a sua família destruída pela mesma organização. Juntos, os dois buscam vingança, mas Drácula pode ser parado quando encontra Myrna (Jessica De Gouw), que acredita ser a reencarnação de sua esposa, pela semelhança entre as duas. Para se vingar, Drácula quer usar a energia magnética, e para isso, mantém um grupo de cientistas estudando e testando sobre ela. Se o uso da energia der certo, ele pode desestabilizar os seus inimigos economicamente.
Nem todos os episódios da série são o que podemos chamar de eletrizante, mas no final, ela melhorou bastante o ritmo. O episódio final foi muito bom. Já vimos que Van Helsing não vai mais apoiá-lo, ele mata a Lady Jane (Victoria Smurfit), que faz parte da organização inimiga e com a qual ele teve um tórrido caso sexual e finalmente, ele revela o que sente para Myrna e ela para ele.
Bem, acho que aqui temos o que eu acho que sejam "vampiros de verdade", estilo sexo, drogas & rock and roll e sangue. Temos muito sangue. Nada de vampiros mais ou menos, que tomam sangue de animal para se alimentar. Nada de vampiro assexuado. Temos muito sexo. As cenas em que Drácula aparece com Lady Janecostumam ser sempre quentes.
Bem, agora que acho que a série adentraria pela história do livro, ou que as coisas iam começar a ficar mais aceleradas/pesadas em termos de história, já que muito provavelmente Drácula ia querer vingança contra todos que destruíram a sua apresentação da energia magnética e que veríamos as caçadas de Van Helsing a ele disseram que a série não foi renovada. Uma pena!!!
Assisti aos dois primeiros episódios da 3ª temporada de Once Upon a Time. Gostei. Reapareceram Aurora, Mulan e Felipe. E Robin Hood. Com a ajuda de Mulan e deste último, Baelfire/Neal, que já está sarado do tiro que levou, descobriu que Emma está na Terra do Nunca, mas ainda não sabe que ela está lá por causa de Henry e muito menos que Peter Pan quer matá-lo porque ele é o de coração puro e que acredita em magia. Peter Pan aqui em nada lembra aquele que conhecemos das histórias infantis. Aqui ele é mais dark. Só tenho uma observação a fazer: nas histórias que lia, Peter Pan era uma criança. Aqui ele é um adolescente, um pouquinho velhinho para quem não quer crescer... pelo menos em minha opinião. Emma e companhia precisarão correr para encontrar Henry, pois o tempo voa e Peter Pan não está para brincadeiras...
Ontem assisti ao primeiro episódio de Once Upon a time in Wonderland. De modo geral, gostei. Está dentro do que eu esperava. Alice (Sophie Lowe) está internada em um sanatório, pois todos a acham louca quando ela volta do País das Maravilhas e conta as suas experiências por lá. Temos até uma pequena incursão por Storybrook, onde o Valete de Copas (Michael Socha) encontra o Coelho Branco (John Lithgow) e vão tirar Alice do sanatório. A pobrezinha fica meio desorientada quando o seu grande amor, Cyrus (Peter Gadiot), na verdade, o gênio da lâmpada, que no caso é uma garrafa (e aqui, eu repito o que disse em um post anterior de não entender o porquê de se querer dar ênfase a uma história e colocar elementos de outras no meio do caminho...) cai no Mar Fervente e ela pensa que ele morreu, mas na verdade ele caiu no tapete voador de Jafar (Naveen Andrews) e está sendo mantido preso por ele e a rainha de Copas (Emma Rigby). Aqui eu não entendi, pois em Once Upon a Time a rainha de Copas era a Cora (Barbara Hershey). E só a título de comparação, quando apareceu a rainha, logo me lembrei de Regina (Lana Parrilla). Acho que não dá pra fugir das comparações, já que as duas são as principais vilãs das duas séries. Não por nada, mas a Emma vai precisar comer muito feijão com arroz pra fazer uma vilã como a da Lana... mas interpretações á parte, voltemos à série... Eu gostei dos efeitos especiais também. Muito bons. Pena que, ao que tudo indica, a série só terá 13 episódios... Que venham as novas aventuras de Alice e companhia..
Já assisti aos dois primeiros episódios de The Originals, a spin-off de The Vampire Diaries. Eu gostei da série, pois gosto muito da personagem Klaus (Joseph Morgan). Ele e Damon (Ian Somerhalder) são minhas personagens favoritas. Só não gostei que ele tenha saído de The Vampire Diaries. Ele e Caroline (Candice Accola) formam um casal bonito e loiríssimo rs. O primeiro episódio foi feito a partir de um dos últimos episódios da 4ª temporada de The Vampire Diaries, não me recordo qual. Quando Klaus vai a New Orleans, pois uma bruxa quer falar com ele. Chegando lá, ele descobre que Hayley (Phoebe Tonkin) está esperando um filho seu e as bruxas querem se aliar a ele para derrotar Marcel (Charles Michael Davis), que depois que Klaus e sua família foi embora, virou o mandachuva do lugar e todos têm que viver a partir de suas regras, pois caso contrário são punidos com a própria vida. Vemos uma réstia de humanidade em Klaus, em alguns momentos.Por mais que ele não queira dar o braço a torcer, percebemos que o carinha se importa com o filho dele. E no segundo capítulo, descobrimos que Marcel e Rebekah (Claire Holt) tiveram um caso no passado e nem de longe o carinha hoje lembra o que foi no passado. Vemos também que Rebekah e Hayley estão começando a ficar próximas, o que é bom, pois as duas são meio que sozinhas na série né? O segundo capítulo termina com Marcel dizendo a Davina (Danielle Campbell), uma bruxa original, que ela precisa descobrir como se mata um vampiro original. É... as aventuras estão só começando...
Quando ouvi falar que Once Upon a Time iria para Wonderland, imaginei que a série teria a mesma quantidade de capítulos que a série original e que iria se deter apenas nas personagens da história, mas acho que estava enganada. O spin-of de Once Upon a Time estreia no dia 10 de outubro, e pelo que li, terá apenas 13 episódios, que pra completar, ainda poderão ser divididos em duas partes. E personagens de outras histórias estarão presentes, como é o caso de Jaffar, do desenho de Alladin, e que será interpretado por Naveen Andrews, que fez o Said em LOST. Nada contra a personagem, mas eu sinceramente não entendi o porquê de colocar personagens de outras histórias se a proposta era se deter sobre a história de Alice no País das Maravilhas... Vá entender...
Dia 29 estreia a nova temporada de Once Upon a Time. Ainda bem! Estou me roendo de curiosidade! Nessa temporada, teremos um novo reino mágico, Neverland, a terra de Peter Pan, que aqui parece ser meio sombrio ou algo do gênero. E teremos a aparição de Ariel. Será que aparecerão outras novas personagens? Voltaremos a ver Aurora, Felipe e Mulan? Que dia 29 chegue logo para responder a estas e outras perguntas...
Muita gente disse que a terceira temporada de Game of thrones foi de muito blá blá blá, mas eu gostei muito. Coloquei a foto da Daenerys (Emilia Clarke) porque ela entre todas as outras personagens, pra mim, foi a que mais se destacou. Muito, mas muuuuito mais esperta do que se imaginava, é por ela que eu torço na conquista do Trono de Ferro. Ela quer o trono e está fazendo de tudo para consegui-lo, dentro daquilo que acredita que é certo. O capítulo em que ela destruiu a cidade dos Imaculados e os libertou foi ótimo e provou que a personagem tem força pra muito mais, como pudemos ver no fim desta temporada e acho que veremos nas próximas...
O casal mais inesperado de todos os tempos casou nesta temporada. Quem diria que Tyrion (Peter Dinklage) e Sansa (Sophie Turner) ficariam juntos? Nem no meu pior pesadelo e nem no meu melhor sonho... Se bem que entre Tyrion e Joffrey, eu fico com Tyrion, pelo menos ele é mais divertido...
Ygritte (Rose Leslie) foi abandonada por Jon Snow (Kit Harington), que nem olhou para trás e sinceramente, eu duvido muito que os dois voltem a ficar juntos, embora eu ache que ele realmente gosta dela e ela dele, mas o amor nem sempre é tudo nos relacionamentos...
Estou adorando ver Joffrey (Jack Gleeson) tão metido a esperto, cair como um patinho nas artimanhas de Margaery (Natalie Dormer). Adorei o dia em que a Cersei (Lena Headey) a colocou em seu lugar...
Uma das séries que comecei a assistir enquanto estava no Rio foi Arrow. Aprendi com Kíkero rs. Quando voltei, eu e mainha fizemos verdadeiras maratonas de Arrow. A série conta a história de Oliver Queen (Stephen Amell), um jovem milionário que sofre um acidente de barco e vai parar numa ilha "aparentemente" deserta. Lá, ele passa por experiências que o transformarão e quando ele volta pra casa, deixa de ser o vida-louca de quando era jovem e vai ser o Vigilante, o seu alter-ego, que faz justiça com as próprias mãos contra aqueles que estão com o nome no caderninho do seu pai, os que decepcionaram a cidade. Com o passar da temporada, fomos percebendo que a mãe de Oliver, Moira (Susanna Thompson) não é bem o que aparenta ser. O nosso herói não trabalha sozinho. para ajudá-lo em seus planos ele conta com a ajuda de Felicity (Emily Bett Rickards), que é apaixonada platonicamente por Oliver. E eu, sinceramente, torço por ela. E pra completar o time, temos Diggle (David Ramsey), que embora ainda não tenha sido dito explicitamente, é o melhor amigo de Oliver desde que este voltou da ilha. Seu melhor amigo da vida anterior, Tommy (Collin Donnel) está pegando a sua ex-namorada, Laurel (Katie Cassidy), descobriu o seu segredo e a amizade entre os dois andou abalada por muitos capítulos, até o último desta temporada. Tommy também descobre que o seu pai não é bem o que aparenta. No último capítulo Tommy e Oliver se acertam, de forma um tanto quanto trágica, é verdade. A cidade sofre um terremoto produzido pelo pai de Tommy que quer varrer o bairro mais pobre, o qual eu esqueci o nome no momento (É a idade....). A temporada acabou deixando as coisas meio suspensas no ar... Então teremos de esperar até outubro, quando a série recomeçar, pra vermos várias de nossas dúvidas esclarecidas. Ou não. Recomendo!!!
Em setembro, teremos o início do primeiro spin-off de Once Upon a Time: Once Upon a Time in Wonderland. Ouvi falar que esse spin-off a cada temporada será focado numa história. Pelo trailer, parece que vai ser muito boa... Aguademos...
Storybrooke está prestes a ir pelos ares, por causa dos planos de Tamara e Greg, que contaram com a ajuda de Hook, mas quando ele vê que terá que morrer pela causa, ele vai para o outro lado. Pessoas que nem sequer imaginávamos juntas, começam a trabalhar na busca por Henry: Regina, a família de Snow e Charmed, Hook e Rumple. Hook, ao que parece, desiste de matá-lo. Regina se oferece para dar a vida para salvar a cidade. Eu não queria que ela morresse. Ainda há bondade naquela mulher, pode crer... E felizmente ela não morreu. Emma juntou-se a ela na salvação da cidade, mas Henry acaba sendo sequestrado por Greg e Tamara. Nos dois últimos episódios vimos o que aconteceu com Baelfire/Neal depois que ele caiu no portal. E vimos a sua relação com Hook, que por causa do seu egoísmo o entrega aos garotos perdidos. Parece que podemos esquecer tudo o que conhecemos sobre Peter Pan e a Terra do Nunca. Aqui as coisas serão mais sombrias. Bem mais sombrias, ao que parece... Bela tem a sua memória de volta, graças a uma porção feita pela Madre Superiora/Fada Azul, mas Rumple a impede de partir com ele na procura por Henry. Ela tem que manter a cidade a salvo e ele lhe dá as instruções por inscrito. No episódio 21, vimos que o sentimento entre Emma e Neal não morreu. Por causa do tiro dado por Tamara (alma de gato), ele cai no portal e vai parar na Floresta Encantada e é encontrado por Mulan, Aurora e Felipe, que apareceram no começo da temporada e depois não mais. Como também a Ruby. Apareceu muito no começo da temporada e depois, nada. E agora que a atriz trabalhará em outra série, acho que a veremos menos ainda. Como será que Neal conseguirá ser salvo? Será que voltará a encontar Emma e Henry? Será que o povo do Jolly Roger conseguirá encontrar Henry? Por falar em Jolly Roger, gostei da cena do navio entrando no portal. Bem, agora é esperar até setembro, quando começa a nova temporada, para que estas e outras questões sejam esclarecidas... #aguardandoansiosamente
Não entendi porque a temporada dessa série acabou tão rápido. Espero que venha outra por aí... Alegria de pobre dura pouco né? Mas essa não durou quase nada... Afff!!! Vamos lá... O Earl Haraldson (Gabriel Byrne) morreu e agora o Earl é Ragnar (Travis Fimmel), que continua as suas investidas rumo ao oeste e quer um filho. A pobre Largetha (Katheryn Winnick) estava grávida, mas acaba perdendo a criança e pra completar, no fim, a pobre Gyda também morre numa epidemia de uma doença desconhecida. Mas Aslaug aparece e ela e Ragnar vão parar na cama e no fim do episódio final desta temporada ela o diz que está esperando o filho que ele tanto deseja, enquanto isso Lagertha tá se ferrando, cuidando quase que só do povo doente e do que sobrou da comunidade. Siggy (Jessalyn Gilsig) e Rollo (Clive Standen) continuam dúbios em minha humilde opinião. Ainda não entendi bem as intenções de Siggy, mas ela é muito mais esperta do que aparenta, até mais que Rollo, que no último capítulo fez uma aliança com o inimigo do rei Rorik contra o irmão. Quem tem um irmão assim... não precisa de inimigo... O padre Athelstan (George Blagden) quase que ia pro andar de cima dia desses, como sacrifício. Só não foi porque continua cristão. Esperemos ansiosamente pela próxima temporada para vermos como se desenrolarão os acontecimentos ocorridos até agora... #voltalogo
Nas minhas férias assisti à terceira temporada de Felicity. Pense numa série que eu gosto. Pena que foi tão breve... Mas vamos lá... Nessa temporada, logo no começo a Julie (Amy Jo Johnson) vai embora. Meio que em seu lugar, entra Molly, uma inglesa que vem estudar na mesma faculdade que o resto do povo. Ela tem um namorado, James, que é um viciado em drogas e a leva para o mesmo barco. Em um episódio, ele provoca um tiroteio e atinge Avery e Elena (Tangi Miller). Avery ficou entre a vida e a morte e Ben (Scott Speedman) estava junto dela quando tudo aconteceu. E quando ela sai do coma, ela está apaixonada por ele e decidida a tê-lo a seu lado. Ah... quase ia me esquecendo... no começo da temporada temos Noel (Scott Foley) namorando com Natalie, a prima de Javier (Ian Gomez), que ele conhece no último capítulo da 2ª temporada, e transformado em Leon e totalmente "vamos curtir a vida". Elena e Tracy (Donald Faison) finalmente têm a sua primeira vez. Ben e Felicity (Keri Russel) passaram por altos e baixos em seus relacionamentos nesta temporada, principalmente quando Felicity resolve alugar um apartamento para morarem juntos sem consultá-lo e o ap não era lá essas coca-cola toda... Bem, acho que a situação mais drástica desta temporada foi o quase fim da amizade entre Noel e Felicity, que me lembrou muito eu e Kíkero. Quantas vezes já não nos magoamos e achamos que a amizade tinha acabado... Nem me lembro mais... Mas sempre fazemos um jeitinho para mantê-la. É extremamente difícil manter-se amiga de uma pessoa que você quer ser mais que isso, como Noel quer com Felicity. Você quer se manter amigo, mas às vezes dói, principalmente quando ainda tá recente. Acaba que você quer aquela pessoa na sua vida, mesmo que amigo e doí tê-la perto e você acaba não sabendo se vai ou se fica... Se acaba a amizade e tudo ou se deixa o tempo correr... Não dizem que ele tudo resolve? No último capítulo, depois de muitos perrengues, vimos uma esperança para o nosso casal de amigos aí... Agora é arrumar tempo para começar a assistir a quarta e última, infelizmente, temporada...
Depois de quase dois anos que havia baixado, consegui assistir à 2ª temporada de Felicity. A cena mais marcante da 2ª temporada, pra mim, é ela cortando o cabelo depois da decepção com o Ben. Eu sou meio assim. Depois de grandes mudanças ou rompimentos, gosto de mudar os cabelos. Dois rompimentos me fizeram cortar os cabelos drasticamente: o com Zucka e o com Kíkero. É uma coisa meio libertadora, mas enfim, não estamos aqui pra falar dos meus cabelos e sim de Felicity (Keri Russel). Nessa temporada ela novamente fica dividida entre Ben (Scott Speedman) e Noel (Scott Foley). Se bem que no meio do caminho aparecem David e Greg pra dar aquela movimentada na trama. Pra Noel aparece a Ruby (Amy Smart) e eles ficam juntos por alguns episódios até ela descobrir que está grávida e o filho não é de Noel. Pra Elena (Tangi Miller), aparece um companheiro de laboratório quando felicity decide largar Medicina e entrar em Artes. Eu acho que depois que ela corta o cabelo, torna-se mais adulta, vai atrás do que quer e mostra a que veio. Quem disse que um cabelo não muda a vida de uma pessoa? Julie (Amy Jo Johnson) inicia a temporada com raiva de Felicity ainda por conta de Ben, mas as duas acabam se acertando. Sean (Greg Grunberg) e Meghan (Amanda Foreman) entram pro elenco principal da série, embora a Amanda não apareça muito. E depois de ver Julie e Noel aos beijos, o Sean fica com a Meghan. Pense num casal nada a ver... Adoro Felicity, acho que somos bastante parecidas e não é apenas por causa dos cachinhos...
Estou assistindo a uma série, Vikings, que está passando no History Channel. Comecei a assistir porque sempre gostei dos Vikings. Teve uma época que dizia que se tivesse uma filha, colocaria o nome dela de Valhalla, o paraíso deles, para onde vão todos aqueles que morrem lutando. O povo só faltou me crucificar e os nomes foram mudando rs. Inicialmente eu pensei que essa série seria baseada nas Crônicas Saxônicas, do Bernard Cornwell. As duas têm muitas coisas em comum: o nome de uma das personagens principais é Ragnar (esse nome não me escapa. Se eu tiver um filho, esse nome estará presente no nome dele), que foi um rei viking; as duas contam a história dos vikings chegando à Inglaterra; já tivemos cenas na Nortúmbria, onde vive Uhtred, a personagem principal das Crônicas Saxônicas. Mas enfim... A série conta a história de Ragnar Lodbrock, interpretado por Travis Fimmel, que há muitos anos atrás era o Tarzan na série da Warner. Inexpressivo era ele. Melhorou bastante nos últimos anos. Ragnar é o cara entre os vikings que primeiro foi à Inglaterra, pois pensava-se que não era possível navegar no mar aberto, pelo menos na série. Gabriel Byrne faz o Earl Haraldson, o senhor a quem é dado o lucro das invasões. Pois é... Pensou que os bárbaros eram desorganizados? Aliás, hoje em dia se vê tanta desgraça que eu me pergunto se os bárbaros eram eles ou somos nós. Katheryn Winnick faz Lagertha, a mulher de Ragnar, uma ex-escudeira, ainda escudeira nas horas necessárias, que luta muito bem e segue o marido pelos mares. Clive Standen faz Rollo, o irmão nada confiável de Ragnar, que até já tentou pegar a cunhada. E Floki, Gustaf Skarsgard, é o responsável por construir o navio que os levará pelo mar aberto. Pra quem gosta de História e povos bárbaros, como eu, um prato cheio...
Domingo que vem, dia 31, assistiremos a estreia da 3ª temporada de Game of thrones. Eu estou ansiosíssima para assisti-la, principalmente depois que no fim da 2ª apareceu o povo antigo. Aquele povo todo andando me lembrou LOST (não me pergunte o porquê rs). Eu adorei a 2ª temporada. Acha que nela as personagens entenderam os papeis a que estão destinados dentro da trama. A Arya (Maise Williams) é minha personagem favorita junto com o Tyrion (Peter Dinklage). O nosso querido anãozinho está mostrando a cada dia mais a que realmente veio. Joffrey (Jack Gleeson) que tenha cuidado em seu reinado... Tive pena da Sansa (Sophie Turner). Depois de passar o pão que o diabo amassou porque ia casar com o rei foi preterida por outra. Afff!!! Achei linda a cena do reencontro entre Khal Drogo (Jason Momoa) e Daenerys Targaryen (Emilia Clarke). Ficou um gostinho de quero mais... Será que Daenerys conseguirá reaver o seu lugar de rainha por direito? Será que Jon Snow (Kit Harington) conseguirá fugir? Será que Arya encontrará sua família? O que acontecerá com Sansa? Estas e outras perguntas serão respondidas nesta temporada? A partir de domingo saberemos... #meroendodecuriosidade
Once Upon a Time foi uma descoberta em 2012. Eu já havia baixado há tempos a 1ª temporada. Tinha tentado assistir a um episódio qualquer na tv, mas não tinha gostado muito e mudei de canal, até que na quinta-feira estava conversando com Kíkero sobre séries porque ele agora está viciado nelas e ele me falou do enredo dela. Eu sabia que tinha a ver com os contos de fadas, mas não o enredi propriamente dito e foi ele que me fez assistir desde domingo a essa série. Terminei a 1ª temporada hoje e já vou para o 7º capítulo da 2ª temporada. Até porque no ano novo não fui para canto nenhum. Estou quase sem voz e com uma tosse infernal. Eu, como sempre, tenho uma queda pelas vilãs, pois acho que sempre há uma motivação por trás de suas atitudes. Adoro a rainha má Regina (Lana Parrilla), a madrasta da Branca de Neve. A série começa quando Branca de Neve (Ginnifer Goodwin) e seu Príncipe Encantado (Josh Dallas) estão se casando, Regine surge e joga uma maldição em todos os personagens dos contos de fadas. Aqui é meio Shrek. As personagens têm suas histórias cruzadas. O gênio da lâmpada apaixona-se por Regina. Branca de Neve é amiga de Chapeuzinho Vermelho e por aí vai... As queridas personagens dos contos de fadas são destinados a virem ao nosso mundo e se instalarem em Storybrook, uma cidade do Maine, onde Regina é a prefeita e aparentemente a única que sabe da verdadeira identidade dos habitantes da cidade, pois quando eles vêem para cá, se esquecem de quem realmente são. Mas não há uma maldição que não possa ser quebrada. Uma pessoa não foi afetada pela maldição de Regina, Emma, a filha de Branca e do príncipe. Ela vem para o mundo real e não faz ideia de sua verdadeira identidade. Mas como as coisas que verdadeiramente devem acontecer, acontecem, Henry (Jared S. Gilmore), seu filho que ela deu para adoção quando ainda era um bebê, a encontra e a leva a Storybrook para que ela possa acabar com a maldição, pois ele sabe da verdadeira identidade dos habitantes da cidade e possui um livro que é a chave para para os mistérios da trama. Ah... Henry é o filho adotivo de Regina, que continuou usando o seu verdadeiro nome. A missão do garotinho é fazer com que Emma (Jennifer Morrison) acredite na maldição e em sua verdadeira identidade. Será que ele consegue? Bem, não vou estragar a surpresa. Só digo que quem gosta dos contos de fadas, como eu, vai adorar a série, uma das melhores a que já assisti. Os cenários são lindos, assim como os figurinos. Vale a pena conferir!!!
Dia 11 desse mês estreou a 4ª temporada de The Vampire Diaries. Eu assisti on line no outro dia, pois estava muito curiosa pra saber se Elena viraria vampira ou não. Bem, ela vira. Até porque nos livros ela vira mesmo. Só que no livro quando ela vira vampira ela fica mais próxima do Damon. Na série, quando ela está passando pela transição, ela se lembra das coisas que Damon a fez esquecer. E isso meio que a balança, mas ela continua com Stefan. Bonnie até tenta ir ao mundo dos mortos para que a sua amiga não vire vampira, mas não tem jeito, se tornar vampira é o seu destino. E a avó dela sofre sanções lá no outro mundo. E Bonnie também, tadinha,. ajuda todo mundo e só se ferra. Klaus finalmente volta para o seu corpo e deixa Tyler livre para Caroline. Ou não rs. Ele disse que ia embora de Mistic Falls, mas praticamente em todo capítulo ele diz isso né? Os fundadores estão cada vez mais envolvidos na caça aos vampiros, embora um pastor tenha feito um suicídio coletivo. Só quero saber se finalmente Elena e Damon não terão a sua chance né? Será que Nina e Ian não querem misturar o pessoal, já que eles namoram, com o fictício? Mas no livro os dois têm um envolvimento... uma aproximação... Vamos esperar as cenas dos próximos capítulos...
Vou escrever aqui sobre o que se passa na minha vida, o que eu gosto, o que não gosto, os meus amigos, livros, música, literatura, cinema, festas, trabalho, Recife, viagens, e o que mais vier à mente...