Mostrando postagens com marcador Contos de fadas.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Contos de fadas.. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Descendentes.




Mês passado assisti ao mais novo queridinho com as personagens clássicas da Disney, o filme "Descendentes", em que aos filhos dos vilões Cruela (Wendy Raquel Robinson), Malévola (Kristen Chenoweth), Rainha Má (Kathy Najimy) e Jafar (Maz Jobrani) é permitido estudar no Reino de Auradon, a terra dos heróis, príncipes, princesas e fadas, mas a ida de Carlos (Cameron Boyce), Mal (Dove Cameron), Evie (Sofia Carson) e Jay (Booboo Stewart) não sairá de graça. Seus pais têm planos para eles. Eles precisam pegar a varinha mágica da Fada Madrinha de Cinderella, para que a barreira mágica entre os dois mundos seja quebrada. E aí começa o dilema dos quatro amigos. Escolher o futuro traçado por seus pais e continuar o legado do mal ou aproveitar a chance dada pelo Príncipe Ben (Mitchell Hope) - filho da Bela e da Fera - e construir um novo destino?  De modo geral, o filme é bom e eu gostei mais do que esperava. Tem algumas passagens que lembram um pouco High School Musical, o que eu particularmente achei meio deslocado, mas, paciência, estamos em um filme da Disney! Dizem que em breve será lançado um segundo filme. Aguardemos.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Um conto sombrio dos Grimm, de Adam Gidwitz.


De ontem pra hoje li "Um conto sombrio dos Grimm", de Adam Gidwitz. Bem, o autor se propõe a contar a "verdadeira" história de João e Maria, mas o que é o verdadeiro quando se fala de contos orais coletados posteriormente para preservar uma tradição, e mesmo que não fossem contos originariamente orais, quem conta um conto, aumenta um ponto... Mas, vamos ao livro... A edição é muito boa e as ilustrações ajudam no tom "sombrio" do livro. Coloco "sombrio" porque neste sentido o livro deixa muito a desejar, embora a versão apresentada pelo autor seja boa, pois o enredo é construído a partir da mesclagem de João e Maria e de outros contos dos Irmãos Grimm. Uma coisa legal do livro é que em algumas partes o narrador dirige-se diretamente ao leitor, embora eu ache que o autor usou muito este artifício em algumas partes. Já estava me irritando a insistência para tirar as crianças menores de junto (Seu livro é para crianças, querido Adam). Em relação à história, aqui João e Maria são filhos de reis. Depois de serem decapitados pelo pai para que o fiel Johannes voltasse à sua forma humana, eles resolvem sair de casa atrás de um lar com adultos que os tratassem bem, mas o que encontram em suas aventuras não é bem isso, a exemplo da dona da casa feita de doces, da versão mais conhecida da história. Pra quem gosta de contos de fadas e desta repaginação que eles estão passando ultimamente, assim como eu, é uma boa leitura.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Contos da Mamãe Gansa ou Histórias do tempo antigo, de Charles Perrault.


Ontem acabei de ler "Contos da Mamãe Gansa", de Perrault, livro originalmente publicado em 1697 e que carrega uma dúvida em relação à sua autoria. Se teria sido mesmo Perrault ou o seu filho Pierre a escrevê-lo, mas dúvidas de autoria à parte, gostei muito desta edição da Cosac Naify. O livro é formado por nove contos. Alguns bem conhecidos, como Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, A Bela adormecida no bosque, O Gato de Botas, Barba-azul e O Pequeno Polegar e outros nem tanto, como Riquet, o topetudo; As fadas e Pele de asno. Algumas histórias são diferentes da versão que se tornou popular e outras são diferentes em relação à versão dos Grimm, como é o caso de Cinderela. Para cada história, há uma técnica de ilustração diferente e diferentes tipos de papeis, o que pra mim torna a edição ainda mais primorosa. Assim como os Grimm, Perrault coletou as histórias orais contadas em sua época e as compilou. Todos os contos têm uma moral ao final. Ri muito com a de Chapeuzinho Vermelho, que aconselha as moças a terem cuidado com os lobos soltos por aí rs. Bem, pra quem gosta de contos de fadas, como eu, ou para quem tem criança em casa, é uma boa pedida. Recomendo!!!

sexta-feira, 13 de junho de 2014

O livro das cartas encantadas, de Índigo.

Acabei de ler "O livro das cartas encantadas - a correspondência secreta das princesas", que mostra as cartas trocadas entre Bella (a Bela Adormecida), Cindy (Cinderela) e Branca (Branca de Neve). As cartas foram guardadas de 1696 a 2001 pela fada Gwenhyfar, a responsável pelo contra-feitiço que salva a vida de Bella, pois em vez de morrer, ela entra num sono de 100 anos esperando o beijo do seu amor verdadeiro. Nas cartas, conhecemos um lado menos "princesa" das princesas. Bella começa a sentir desejos pelos homens e até entra no lago beijando todos os sapos possíveis, na esperança de que algum se transforme em príncipe, Cindy gosta de uma bebida e não é de leve rs e Branca de Neve no fim se vinga de sua mãe (como na versão original é a mãe e não a madrasta quem tem inveja de Branca de Neve). As cartas acompanham o período mais famoso da história das três. Vemos Bella quase endoidando esperando pela maldição, vemos Cindy contar as suas peripécias no baile e depois as suas peripécias na vida de casada e como tenta a todo custo ajudar a amiga Bella a sair de seu profundo sono de 100 anos, mas sem sucesso e vemos a vida de Branca de Neve junto aos anões e vez por outra ela se queixar de tantos serviços domésticos. Ah... e a relação entre Bella e as fadas não era das melhores, assim como não foi a de Cindy com a sua fada madrinha. Achei muito interessante mesmo a maneira como as princesas são mostradas. Em uma das cartas, vemos Bella dizendo que afrouxou o corpete para mostrar a que foi ao lago. Quando eu era criança, nunca que uma princesa faria uma coisa dessas rs. Leitura recomendada para meninos e meninas. Vamos desde cedo mostrar às crianças que esse negócio de divisão do que se pode ou não fazer baseada no gênero não tem nada a ver!!!

quinta-feira, 12 de junho de 2014

A Bela Adormecida.

Depois de assistir Malévola, me deu vontade de rever A Bela Adormecida e foi o que fiz ontem. O filme dos estúdios Disney é de 1959 e é um pouco diferente das animações feitas hoje em dia, pois digamos que é mais parada em alguns aspectos, mas é lindo mesmo assim. Um clássico! Aqui nesta história, a princesa se chama Aurora (tem a de um italiano, em que a princesa se chama Talia) e começa quando ela nasce e o rei Estevão convida todos do reino para o batizado de sua filha, menos Malévola, que lança uma maldição de que ao completar 16 anos, ela furará o dedo num fuso de uma roca e morrerá. Mas como a última  fada ainda não tinha dado o seu dom, diz que ele não morrerá, mas entrará num sono profundo e será acordada com o beijo de amor verdadeiro, que aqui, sim, é o príncipe Felipe (os tempos eram outros rs). Para fugir da maldição, Aurora é criada pelas fadas Flora, Fauna e Primavera, que abrem mão de suas magias e criam a princesa como uma camponesa. Mas como não se pode fugir do destino por muito tempo, Malévola dá um jeito dela furar seu dedo no fuso e de levar Felipe para bem longe para que ele não possa acordá-la. Mas como sabemos, no fim, todos vivem felizes para sempre. E Primavera e Flora vivem na eterna luta do vestido: será azul ou será rosa rs. A trilha sonora do filme é muito boa e é inspirada na obra de Tchaikovsky. E claro que a que pega e não lhe solta mais é "foi você o sonho bonito que eu sonhei...". Muito bom!!!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Enrolados.

Assisti a Enrolados faz menos de um mês. O filme é inspirado no conto de Rapunzel, mas o título nos remete à relação entre Rapunzel e Flynn Rider,  um ladrão que está sendo procurado por ter roubado a coroa da princesa desaparecida, Rapunzel. Agora voltemos ao começo da história, Gothel é uma velha bruxa que usa os poderes de uma flor mágica para manter-se sempre jovem. Perto dali, a rainha, prestes a dar a luz, está muito doente e somente esta flor poderá curá-la. Os guardas do palácio conseguem pegar a flor e curar a rainha, mas Gothel vai atrás de quem roubou a sua flor e descobre que os cabelos de Rapunzel têm propriedades mágicas e poderá mantê-la sempre jovem. Ela sequestra a princesa e a cria como sua filha, mas não a deixa sair de casa alegando que as pessoas poderão querer se aproveitar dos seus poderes e lhe fazer mal. Voltando a Flynn, na fuga, ele vai parar na torre em que Rapunzel mora. Como todos os anos em seu aniversário os reis soltam lanternas, ao completar 18 anos Rapunzel quer vê-las de perto e não apenas da janela do seu quarto e faz um trato com Flynn. Ela devolve a coroa se ele o levar para ver as lanternas. Mas é claro que nem tudo será fácil para os dois, pois Gothel aparece no meio do caminho e arma para que Rapunzel pense que Flynn a está enganando. Ah sim... e é claro que os dois vão acabar se apaixonando e aos poucos o Flynn vai mudando o seu jeito de ser. No fim do filme, Rapunzel descobre que é a princesa que foi sequestrada e vai morar com os seus pais verdadeiros. E não, ela não se casa com o Flynn... Pelo menos não nesse filme... Recomendo!!!

Frozen.

Pra variar, eu só assisti a Frozen depois que todo mundo já tinha assistido e nem tinha mais graça. Vida de proletária universitária não é fácil rs. Gente, eu amei esse filme!!! Já é umas das minhas animações favoritas, se não a favorita. As músicas são muito boas (Let it go entrou na minha cabeça e não saiu mais rs). As minhas personagens favoritas são a Anna e o Olaf. Me identifico muito com as trapalhadas deles. O filme é é levemente num conto do Hans Christian Andersen chamado A rainha da neve. Como não poderia deixar de ser, o filme nos traz muitas reflexões. Quer dizer, me trouxe reflexões, pois algumas pessoas acham que eu reflito demais rs. Pra quem não assistiu ainda, o filme conta a história de Elsa que tem com ela a magia do gelo. Quando pequenas, ela e sua irmã Anna era muito próximas, mas certo dia, Elsa sem querer a atinge com a sua mágica e seus pais a proíbem de maiores contatos com as outras pessoas, inclusive com Anna, que não entende porque a sua irmã de repente se afasta e cresce achando que a Elsa não gosta dela. Anos se passam, os pais das duas morrem e Elsa chega à maioridade e ao dia em que será coroada rainha de Arendelle, mas algo dá errado, as magia de Elsa é descoberta e ela foge apavorada de Arendelle. Anna vai atrás dela deixando o príncipe Hans, por quem Anna pensa que está apaixonada, tomando conta do reino. No caminho, Anna encontra companhias: Kristoff; sua rena, Sven e Olaf, o boneco de neve feito por Elsa e com o qual as duas irmãs brincavam quando crianças e que (pasmem) é louco para conhecer o verão rs. Ao encontrar a irmã, Anna é mais uma vez atingida pela magia dela, que não consegue controlá-la, mas desta vez a magia atinge o seu coração e Anna fica cada vez mais fraca. Kristoff decide levá-la de volta à Arendelle, pois apenas um ato de amor verdadeiro será capaz de salvá-la e todos acreditam que é o beijo de Hans que irá salvá-la, mas Hans está apenas preocupado em arranjar um reino para governar e não está nem tchuiu e nem chegando para Anna. A primeira coisa que esse filme me fez lembrar foi a inquisição, o medo daquilo que nós não podemos compreender e do que é diferente de nós. A população de Arendelle fica totalmente assustada com a magia de Elsa. A segunda coisa que pensei foi "quantas vezes não temos que sacrificar os nossos sentimentos para proteger uma pessoa a quem amamos ou quando o melhor para essa pessoa é ficar longe de você, mesmo que a ame muito?". Foi justamente o que Elsa fez em relação à Anna. Terceiro, Elsa é uma rainha que não precisa de um homem junto a ela para governar e quando Anna diz que vai se casar com Hans quando acabou de conhecê-lo, a irmã lhe diz que ela não poderá se casar com alguém que acabou de conhecer. Que bom que as histórias infantis estão mudando e que as meninas já não precisam acreditar que apenas serão felizes se um príncipe encantado aparecer em seu caminho. Mulheres podem ser o que quiserem e não precisam de homem nenhum ao lado delas para isso. O ato de amor verdadeiro é lindo e não, não é um beijo do príncipe encantado rs. A cena mais bonita do filme, pra mim, é quando a Anna está quase morrendo e o Olaf acende a lareira e ela pede pra ele sair de junto, pois vai derreter, aí ele olha pra ela e diz que por algumas pessoas vale a pena derreter. Lindo!!! Já assisti três vezes e assistirei muitas outras. Recomendo total!!! Excelente!!!

Dez mais horripilantes contos de fadas, de Michael Coleman.

De ontem para hoje li o livro "Dez mais horripilantes contos de fadas". Sou crescidinha, mas adoro os contos de fadas, sim rs. Adorei esse livro, que apresenta os contos por meio de notícias, num diário, num programa sensacionalista, entre outros. Ou seja, tenta aproximar o conteúdo do livro ao que as crianças de hoje em dia estão acostumadas. Como o nome do livro nos diz, nos são apresentados 10 contos de fadas, em suas versões mais próximas das originais, ou pelo menos um pouco diferentes das que nos são contadas hoje em dia. Em algumas são apresentadas mais de uma versão para o final. Os contos que fazem parte do livro são: João e Maria, Cinderela, Fura-neve (o nome original da história de Branca de Neve), A Bela Adormecida, Chapeuzinho Vermelho, João e o Pé de Feijão, O Pequeno Polegar, A pequena Sereia, Rumpelstiltskin e A Bela e a Fera. O livro traz curiosidades sobre os contos de fadas de maneira geral e sobre o conto apresentado e testes para testar os conhecimentos da criança sobre o assunto. Algumas histórias são um pouco sangrentas ou não têm um final feliz como nos acostumamos a ouvi-las. Vale a pena as crianças (as mais crescidinhas pelo menos) lerem para aprenderem que na vida nem sempre os finais são felizes. Recomendo!!!

terça-feira, 10 de junho de 2014

Malévola.

Malévola é uma verdadeira desconstrução do conto da Bela Adormecida. E eu adorei o filme.
O filme começa com Malévola ainda criança e mostra como ela se aproxima de Stefan, por quem acaba se apaixonando, mas Stefan é ganancioso e não sente o mesmo por ela. Para ser rei, ele a trai, cortando as suas e ganha o ódio mortal de Malévola, que se no começo é uma boa fada, passa a querer vingança a todo custo (e quem não quereria numa situação dessas? Sou da corrente que acredita que as pessoas não são nem boas nem más, mas podem ter atitudes boas ou más, dependendo de como se sintam). Quando a filha do rei, Aurora, nasce, Malévola aparece sem ser convidada e lança a famosa maldição de que ao completar 16 anos, a princesa espetará o dedo na agulha de um tear e entrará em sono profundo e só será despertada por um beijo de amor verdadeiro. E aqui, se você está achando que o beijo vai ser do príncipe Felipe, você não sabe de nada, inocente rs. Aos poucos, vemos a mudança de malévola, se no nascimento de Aurora ela só queria vingança, começa com o tempo a sentir carinho pela menina, tentando mesmo retirar a maldição que lançou, mas sem sucesso. Acho que o filme é, mais do que tudo, uma lição de amor e perdão. Mesmo sabendo que Malévola lança a maldição nela, Aurora a perdoa, pois o amor que sente por ela é maior que quaisquer outros sentimentos. E acho que em segundo plano ficam as coisas que fazemos quando estamos com raiva e que depois nos arrependemos amargamente e como sempre podemos recomeçar novamente. 
Filme muito bom, com bons efeitos especiais, com atuações muito boas de AngelinaJolie e Elle Fanning (Aurora) e que nos leva a refletir um tiquinho sobre nós mesmos. Recomendo!!!

domingo, 13 de outubro de 2013

Início da 3ª temporada de Once Upon a Time.


Assisti aos dois primeiros episódios da 3ª temporada de Once Upon a Time. Gostei. Reapareceram Aurora, Mulan e Felipe. E Robin Hood. Com a ajuda de Mulan e deste último, Baelfire/Neal, que já está sarado do tiro que levou, descobriu que Emma está na Terra do Nunca, mas ainda não sabe que ela está lá por causa de Henry e muito menos que Peter Pan quer matá-lo porque ele é o de coração puro e que acredita em magia. Peter Pan aqui em nada lembra aquele que conhecemos das histórias infantis. Aqui ele é mais dark. Só tenho uma observação a fazer: nas histórias que lia, Peter Pan era uma criança. Aqui ele é um adolescente, um pouquinho velhinho para quem não quer crescer... pelo menos em minha opinião. Emma e companhia precisarão correr para encontrar Henry, pois o tempo voa e Peter Pan não está para brincadeiras...

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Contagem regressiva para a 3ª temporada de Once Upon a Time...

Dia 29 estreia a nova temporada de Once Upon a Time. Ainda bem! Estou me roendo de curiosidade! Nessa temporada, teremos um novo reino mágico, Neverland, a terra de Peter Pan, que aqui parece ser meio sombrio ou algo do gênero. E teremos a aparição de Ariel. Será que aparecerão outras novas personagens? Voltaremos a ver Aurora, Felipe e Mulan? Que dia 29 chegue logo para responder a estas e outras perguntas...

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Fim da 2ª temporada de Once Upon a Time.


Storybrooke está prestes a ir pelos ares, por causa dos planos de Tamara e Greg, que contaram com a ajuda de Hook, mas quando ele vê que terá que morrer pela causa, ele vai para o outro lado. Pessoas que nem sequer imaginávamos juntas, começam a trabalhar na busca por Henry: Regina, a família de Snow e Charmed, Hook e Rumple. Hook, ao que parece, desiste de matá-lo. Regina se oferece para dar a vida para salvar a cidade. Eu não queria que ela morresse. Ainda há bondade naquela mulher, pode crer... E felizmente ela não morreu. Emma juntou-se a ela na salvação da cidade, mas Henry acaba sendo sequestrado por Greg e Tamara. Nos dois últimos episódios vimos o que aconteceu com Baelfire/Neal depois que ele caiu no portal. E vimos a sua relação com Hook, que por causa do seu egoísmo o entrega aos garotos perdidos. Parece que podemos esquecer tudo o que conhecemos sobre Peter Pan e a Terra do Nunca. Aqui as coisas serão mais sombrias. Bem mais sombrias, ao que parece... Bela tem a sua memória de volta, graças a uma porção feita pela Madre Superiora/Fada Azul, mas Rumple a impede de partir com ele na procura por Henry. Ela tem que manter a cidade a salvo e ele lhe dá as instruções por inscrito. No episódio 21, vimos que o sentimento entre Emma e Neal não morreu. Por causa do tiro dado por Tamara (alma de gato), ele cai no portal e vai parar na Floresta Encantada e é encontrado por Mulan, Aurora e Felipe, que apareceram no começo da temporada e depois não mais. Como também a Ruby. Apareceu muito no começo da temporada e depois, nada. E agora que a atriz trabalhará em outra série, acho que a veremos menos ainda. Como será que Neal conseguirá ser salvo? Será que voltará a encontar Emma e Henry? Será que o povo do Jolly Roger conseguirá encontrar Henry? Por falar em Jolly Roger, gostei da cena do navio entrando no portal.  Bem, agora é esperar até setembro, quando começa a nova temporada, para que estas e outras questões sejam esclarecidas... #aguardandoansiosamente

segunda-feira, 29 de abril de 2013

O Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato.

Ganhei esse livro participando de uma oficina de linguagem desse semestre na UFPE, no início desse mês. Li na semana retrasada. Adorei. É uma espécie de Once Upon a Time rs. Tudo começa com uma carta do Pequeno Polegar para Dona Benta, informando que as personagens dos contos de fadas, das fábuls e dos mitos estão de mudança para o Sítio do Picapau Amarelo, mas os vilões também se mudam para lá. A confusão maior começa quando Branca de Neve, agora viúva, se casa com o príncipe Codadade e os vilões não são convidados para a grande festa. O livro continua com "O Minotauro". Tinha esquecido como Monteiro Lobato e seus livros são uma grande série, pois as histórias são sequenciadas. Com certeza uma boa leitura para os pequenuchos e para os não tão pequenucho assim, como eu... 
P.S.: Monteiro Lobato deveria ser mais trabalhado em nossas escolas...

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Contos maravilhosos infantis e domésticos, de Jacob e Wilhelm Grimm.

Terminei de ler quase agora os Contos maravilhosos infantis e domésticos dos Irmãos Grimm. A obra é dividida em dois tomos. O primeiro foi publicado originalmente em 1812 e o segundo, em 1815. A obra conta com 156 contos. Alguns já nossos velhos conhecidos, como Chapeuzinho vermelho, Cinderela, Rapunzel... Mas alguns deles têm uma versão um pouco diferente da difundida pela Disney. As irmãs de Cinderela decepam o pé para que o sapatinho de Cristal caiba nelas. A vovó e Chapeuzinho enchem a barriga do lobo de pedras para que ele possa morrer afogado. Rapunzel fica grávida. A mãe de João e Maria morre quando eles retornam pra casa, pois ela havia dado a ideia ao pai de deixá-los na floresta para morrer. Quem tinha inveja da beleza da Branca de Neve não era a sua madrasta, mas a sua própria mãe, que manda matá-la por isso. O sapo não transforma-se em príncipe por conta de um beijo, mas porque a princesa o joga na parede para matá-lo. É, caro colega, nem sempre a vida das personagens de contos de fadas foi tão glamourosa como pintada pela Disney. Muitas das histórias aparace Deus e o diabo, como também o número três, que se repete várias vezes. Algumas são versões diferentes da mesma história. Essa edição é da Cosac Naify e saiu no ano passado. É baseada na primeira versão do original. Comprei depois que li a matéria na Veja. E não me arrependi. O livro é excelente pra quem, como eu, é apaixonado por boas histórias infantis. Essa edição traz ilustrações de J. Borges, pernambucano como eu, e um dos grandes nomes na arte dos cordeis, mundialmente conhecido. O preço do livro é um pouco salgado, mas se você é um apaixonado por histórias infantis, como eu, vale a pena ter na sua coleção. Muito bom!!!

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

1ª temporada de Once Upon a Time.

Once Upon a Time foi uma descoberta em 2012. Eu já havia baixado há tempos a 1ª temporada. Tinha tentado assistir a um episódio qualquer na tv, mas não tinha gostado muito e mudei de canal, até que na quinta-feira estava conversando com Kíkero sobre séries porque ele agora está viciado nelas e ele me falou do enredo dela. Eu sabia que tinha a ver com os contos de fadas, mas não o enredi propriamente dito e foi ele que me fez assistir desde domingo a essa série. Terminei a 1ª temporada hoje e já vou para o 7º capítulo da 2ª temporada. Até porque no ano novo não fui para canto nenhum. Estou quase sem voz e com uma tosse infernal. Eu, como sempre, tenho uma queda pelas vilãs, pois acho que sempre há uma motivação por trás de suas atitudes. Adoro a rainha má Regina (Lana Parrilla), a madrasta da Branca de Neve. A série começa quando Branca de Neve (Ginnifer Goodwin) e seu Príncipe Encantado (Josh Dallas) estão se casando, Regine surge e joga uma maldição em todos os personagens dos contos de fadas. Aqui é meio Shrek. As personagens têm suas histórias cruzadas. O gênio da lâmpada apaixona-se por Regina. Branca de Neve é amiga de Chapeuzinho Vermelho e por aí vai... As queridas personagens dos contos de fadas são destinados a virem ao nosso mundo e se instalarem em Storybrook, uma cidade do Maine, onde Regina é a prefeita e aparentemente a única que sabe da verdadeira identidade dos habitantes da cidade, pois quando eles vêem para cá, se esquecem de quem realmente são. Mas não há uma maldição que não possa ser quebrada. Uma pessoa não foi afetada pela maldição de Regina, Emma, a filha de Branca e do príncipe. Ela vem para o mundo real e não faz ideia de sua verdadeira identidade. Mas como as coisas que verdadeiramente devem acontecer, acontecem, Henry (Jared S. Gilmore), seu filho que ela deu para adoção quando ainda era um bebê, a encontra e a leva a Storybrook para que ela possa acabar com a maldição, pois ele sabe da verdadeira identidade dos habitantes da cidade e possui um livro que é a chave para para os mistérios da trama. Ah... Henry é o filho adotivo de Regina, que continuou usando o seu verdadeiro nome. A missão do garotinho é fazer com que Emma (Jennifer Morrison) acredite na maldição e em sua verdadeira identidade. Será que ele consegue? Bem, não vou estragar a surpresa. Só digo que quem gosta dos contos de fadas, como eu, vai adorar a série, uma das melhores a que já assisti. Os cenários são lindos, assim como os figurinos. Vale a pena conferir!!!

domingo, 10 de junho de 2012

Branca de Neve e o Caçador.

Ontem fui pro cinema com mainha assitir Branca de Neve e o Caçador. Eu gostei muito do filme. Talvez não pela história porque a história todo mundo já tá cansado de saber qual é, embora no filme tenhamos algumas diferenças em relação à história que todos conhecemos: Branca está dividida entre dois amores e não precisa de nenhum dos dois para tornar-se rainha rs. O que mais gostei do filme? A Charlize Theron fazendo a Ravenna é quase a personificação do mal. Os figurinos do filme são maravilhosos, especialmente os de Ravenna. Soube que tem um vestido que ela usa que foram utilizadas asas de besouro para fazê-lo. E os efeitos especiais, que são um show à parte... A rainha se transformando em corvos, o espelho vindo à vida e os guerreiros de vidro sendo quebrados são efeitos espetaculares. Muito bem feitos e devem ser ainda melhores se vistos em 3D. 
Não esperem uma excelente atuação da Kristem Stewart, Branca e Bella são a mesma pessoa, o que muda é a roupa...  Os anões, assim como em Espelho, espelho meu são foras-da-lei. Será que na versão original eles eram foras-da-lei? No fim, pra retomar o seu trono, Branca de Neve dá uma de Joana D'arc e lidera um exército... Nada a ver com a mocinha passiva que conhecemos... Bem, a sociedade mudou e as histórias que conhecemos estão ganhando novas roupagens para acompanharem essas mudanças...
Quem quiser consultar, tem o site do filme, onde você pode baixar papeis de parede e ter mais algumas informações.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Branca de Neve e o Caçador.

Amanhã chega ao cinema Branca de Neve e o Caçador e eu estou esperando para assistir...

domingo, 20 de maio de 2012

Espelho, espelho meu


Este fim de semana eu me prometi que não pegaria em um livro para estudar. Estou bastante cansada e quero e preciso descansar. Hoje eu assisti Espelho, espelho meu, uma versão um tanto diferente para a versão de Branca de neve e os sete anões. Os anões aparacem, mas depois de serem expulsos do reino pela rainha, eles viram ladrões que atacam quem passa na Floresta Negra. Essse filme é mais focado na Madrasta e não na Branca de Neve. A Julia Roberts como a madrasta tá muito boa. Aliás, acho que não seria exagero dizer que o filme é dela. Ela rouba a cena em todos os momentos em que aparece.  A Rainha louca e má que faz é diferente das coisas que ela costuma fazer. O Sean Bean faz o pai da Branca. Lilly Collins é Branca de Neve, que aqui sabe lutar e não é tão frágil como costumamos vê-la. O filme tem momentos engraçados. E o fim é diferente do que estamos acostumados. Vale como diversão, mas se você é bastante tradicional em relação aos contos de fada de sua infância, não assista porque não vai gostar...

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A fera.

Ontem estava sem nada pra fazer e fui assistir A fera, uma versão moderna de A bela e a Fera. Baixei pra mainha assistir, já que ela tá com pneumonia e num tá podendo sair de casa. Eu gostei do filme. Foi melhor do que eu esperava... Agora vamos à história... Kyle (Alex Pettyfer) é um garoto rico e mimado que acha que a aparência é tudo porque o seu pai o ensinou assim, desde quando Kyle era pequeno. Mas um dia ele vai tirar onda com a pessoa errada: Kendra (Mary-Kate Olsen. Por sinal, é o primeiro filme que assisto com ela sem a irmã, Ashley), uma bruxa que lhe joga uma maldição: alguém terá que se apaixonar pelo seu verdadeiro eu, alguém vai ter que amá-lo além da sua aparência. Aí entra em cena a Lindy (Vanessa Hudgens), que consegue ir além da aparência do cara nos dois momentos: quando ele tá bonito, ela vê que há um homem ali em algum lugar e quando ele tá feio, ela descobre nele o seu verdadeiro amor. Ah sim... quando o pai dele descobre o que ele se tornou, coloca ele num apartamento com um professor cego, uma empregada (que lembram os objetos da casa da Fera dando conselhos pra que ele consiga conquistar Bela) e ele consegue com que Lindy vá morar com ele também... O pai o abandona... Que paizinho, viu? Eu não sei o nome do ator que faz o professor cego, mas pra mim ele é responsável pelos melhores momentos do filme... No fim, Kyle aprende a lição e muda a sua maneira de ver o mundo. Gostei!!!

domingo, 24 de abril de 2011

A garota da capa vermelha.

Ontem eu fui assistir com mainha A garota da capa vermelha. Não é um filme que se possa dizer "Que filme!!!", mas é legal. Eu não fui esperando muita coisa porque li uma crítica que deixava o filme mais rasteiro que o chão, mas no fim eu acabei gostando. Acho que os protagonistas masculinos ajudaram para tal rs. O filme é da Catherine Hardwick, mais conhecida por dirigir Crepúsculo. Se bem que o melhor filme dela é de longe Aos Treze. Muito massa!!! Eu não sei se é porque ela é diretora dos dois filmes e isso ficou gravado em minha mente, mas assistindo A garota da capa vermelha dá a impressão de que ele se passa na mesma floresta de Crepúsculo. Mas vamos ao filme... A história é uma releitura de Chapeuzinho vermelho. A Chapeuzinho da vez é Valerie (Amanda Seyfried), que tem a irmã morta pelo lobisomem, que há anos não atacava o local. Ela ama Peter (Shiloh Fernandez), o seu amigo de infância que a ama também, mas este é um pobre lenhador, então a mãe dela é contra o casamento com ele, mas a favor que sua filha se case com Henry (Max Irons, filho de Jeremy Irons), que é um... um... como é o nome de quem mexe com metal? Sabe quando você quer dizer uma palavra que tá na ponta da língua, mas ela não sai? Pois bem, é isso... Mas o que importa é que Henry é rico, portanto para a mãe de valerie ele é um bom partido. Para "controlar" o lobisomem, o padre local chama o Padre Solomon (Gary Oldman, muito bom fazendo o vilão da história), uma espécie de inquisidor. Ao longo do filme, pensa-se que o lobo é a avó de Valerie, Peter, Henry, Claude (um menino perturbado mentalmente que é morto pelos instrumentos do Padre Solomon), o padre do lugar... mas não é nenhum desses. Aliás, o lobisomem não podia ser alguém mais improvável, pelo menos pra mim. De todos, o que foi é o que eu não pensei que seria em nenhum momento. Quem participa do filme é o Billy Burke, mais conhecido por fazer Charlie, o pai de Bella em Crepúsculo. Aqui ele faz o pai de Valerie. A trilha sonora é boa... num é assim... ótima... mas é boa. O fim é meio óbvio, mas tambémmeio inesperado, mas a depender dele, é muito provável que daqui a uns tempos tenhamos A garota da capa vermelha 2. Se tiver uma boa história para contar, porque não?